Economia do Vietnã vai crescer até 7% em 2010
Par Vietnam aujourd'hui le dimanche 6 juin 2010, 20:53 - Notícias em português - Lien permanent
Quando se pensa em Vietnã, é comum associarmos o nome do país asiático à guerra que marcou época nas décadas de 1960 e 1970.
E que terminou com a vitória vietnamita. Com o fim da Guerra Fria, no início da última década do século XX, o regime comunista adotou um sistema semelhante ao da China (regime econômico liberalizado com regime político fechado) e agora é uma das economias mais dinâmicas da região.
Neste domingo, o primeiro-ministro do Vietnã, Nguyen Tan Dung, afirmou durante a abertura do 19º Fórum Econômico Mundial sobre a Ásia Oriental que o país deve crescer entre 6,5% e 7% neste ano. O evento está sendo realizado em Ho Chi Minh, antiga Saigon. Nos primeiros três meses de 2010, o PIB (Produto Interno Bruto) vietnamita obteve um resultado positivo em comparação com o mesmo período do ano passado: 5,83% de expansão.
"O Vietnã se transformou em um destino atrativo para os investidores internacionais, o investimento estrangeiro não parou de crescer nos últimos anos no país e se transformou em uma das chaves do seu crescimento", declarou Nguyen.
Apesar dos bons resultados nos índices econômicos, os resquícios da guerra ainda são sentidos em território vietnamita, quase 35 anos após o término do conflito (em 1975). O desfolhante químico conhecido como "agente laranja", usado pelos Estados Unidos nos combates, causou e ainda traz prejuízos prejuízos à agricultura e ao meio ambiente. O cerceamento à liberdade de expressão também é alvo de críticas na comunidade internacional.
Sidneyrezende.com - 6 de Junho de 2010

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Apesar dos bons resultados nos índices econômicos, os resquícios da guerra ainda são sentidos em território vietnamita, quase 35 anos após o término do conflito (em 1975). O desfolhante químico conhecido como "agente laranja", usado pelos Estados Unidos nos combates, causou e ainda traz prejuízos prejuízos à agricultura e ao meio ambiente. O cerceamento à liberdade de expressão também é alvo de críticas na comunidade internacional.